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Quilombolas protestam e pedem ajuda a Dilma na Base Naval de Aratu‎ PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ciafro   
Qui, 05 de Janeiro de 2012 18:43
Integrantes da comunidade quilombola Rio dos Macacos, às margens da Baía de Todos os Santos, aproveitaram, na ultima segunda-feira (2), a presença da presidente Dilma Rousseff na Base Naval de Aratu, região metropolitana de Salvador, para denunciar que sofrem pressão da Marinha para deixar a área que habitam, localizada dentro da Vila Militar.
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Comunidades Quilombolas terão mais de 70 casas em Garanhuns PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ciafro   
Qui, 05 de Janeiro de 2012 18:40

Comunidades Quilombolas terão mais de 70 casas em Garanhuns

Moradores da Comunidade Quilombola de Garanhuns, no Agreste Meridional De Pernambuco, irão receber 75 casas populares. A ordem de serviço será assinada às 11h desta sexta-feira (6), na sede da Associação Quilombola do Estivas.

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Quero ser a primeira negra presidente da República. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ciafro   
Sex, 30 de Dezembro de 2011 16:31

Para a construção  da trilha  da história  é preciso que seja dado o primeiro passo na escrita de novos  caminhos ...Parabéns Luislinda. Parabéns!

RIO – Seria muito simplório apresentá-la apenas como negra mulher e oriunda de classes menos favorecidas. Lusilinda Valois é uma baiana de Salvador que, aos 69 anos de idade e após quase uma década de persistência, tomou posse como desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia, no último dia 20, ciente que terá de se aposentar compulsoriamente daqui a pouco mais de um mês, quando completa 70 anos. Na véspera, o tribunal acatara decisão unânime do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de promover Luislinda ao novo cargo.

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Abdias Nascimento repousa no Quilombo dos Palmares junto à árvore sagrada: Iroko PDF Imprimir E-mail
Sex, 30 de Dezembro de 2011 16:20

por Arisia Barros

foto_abdia por Bia PereiraClique para ampliar

Abdias Nascimento repousa em história e memória, desde 13 de novembro de 2011, na Serra da Barriga, e em seu nome foram plantadas duas árvores significativas para a população negra : o Baobá símbolo da resistência africana e o Iroko a árvore sagrada.

Abdias Nascimento é referência e referendado por sua luta, sem trégua, pela valorização da nossa história negra brasileira. Aqui e alhures.

Última atualização em Sex, 30 de Dezembro de 2011 16:28
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Negros representam 70,6% dos desempregados na RMF PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ciafro   
Sáb, 10 de Dezembro de 2011 13:54
Estudo elaborado pelo IDT aponta as insistentes desigualdades raciais presentes no mercado de trabalho da Capital

A população negra ainda sofre com a desigualdade no mercado de trabalho da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), onde responde por 70,6% do contingente de desempregados. Além da maior dificuldade de inserção, o negro está mais presente no trabalho precário sem carteira assinada, como autônomo e no emprego doméstico. Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) Especial População Negra divulgada ontem, pelo Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), vinculado à Secretaria Estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), e o Departamento Intersindical e Estudos Socioeconômicos e Estatísticos (Dieese).
Última atualização em Sáb, 10 de Dezembro de 2011 13:57
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Morreu João Pequeno, mestre baiano da Capoeira Angola PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ciafro   
Sáb, 10 de Dezembro de 2011 13:59

Morreu, às 14 horas desta sexta-feira (9), no Hospital Teresa de Lisieux, em Salvador, Bahia, o grande mestre de Capoeira Angola, João Pequeno, discípulo de Pastinha, o eterno Mestre Pastinha.

Mestre João Pequeno completaria no próximo dia 27, 94 anos de vida, uma vida de labutas, lutas, conquistas e arte. Arte que herdou dos ancestrais africanos e do seu grande mestre, o Pastinha, de quem recebeu o encargo de levar adiante, em sua Academia, os ensinamentos da Capoeira Angola.

A morte de Mestre João Pequeno é uma perda irreparável para a Capoeira na Bahia e no Brasil. Era ele o maior diplomata desta arte. Ganhou fama e notoriedade com seu talento e capacidade para transmitir os fundamentos dessa arte, síntese de luta e dança. Viveu toda a sua vida na Bahia, como seu antecessor, o Mestre Pastinha, morto há 30 anos.
Mestre João Pequeno nasceu em 27 de dezembro 1917, emnasceu em Araci no interior da Bahia. Aos quinze anos, fugiu da seca a pé, indo até Alagoinhas seguindo depois para Mata de São João onde permaneceu dez anos e trabalhou na plantação de cana-de-açúcar como chamador de boi, então conheceu Juvêncio na Fazenda São Pedro, que era ferreiro e capoeirista, quando tomou o primeiro contato com essa arte que sintetiza dança e luta.

Aos 25 anos, mudou-se para Salvador, onde trabalhou como condutor de bondes e na construção civil como servente de pedreiro, pedreiro, chegando a ser mestre de obras. Foi na construção civil que conheceu Cândido que lhe apresentou o mestre Barbosa que era um carregador do Largo 2 de Julho. Inscreveu-se no Centro Esportivo de Capoeira Angola, que era uma congregação de capoeiristas coordenada pelo Mestre Pastinha. Desde então, João Pereira passou a acompanhar o mestre Pastinha que logo ofereceu-lhe o cargo de treine, por volta de 1945.

Algum tempo depois João Pereira tornou-se João Pequeno. No final da década de 1960, quando Pastinha não podia mais ensinar passou a capoeira para João Pequeno dizendo: “João, você toma conta disto, porque eu vou morrer mas morro somente o corpo, e em espírito eu vivo, enquanto houver Capoeira o meu nome não desaparecerá”.

Na academia do Mestre Pastinha, João Pequeno ensinou capoeira a todos os outros grandes capoeiristas que dali se originaram e mais tarde tornaram-se grandes Mestres, entre eles João Grande, que se tornou seu grande parceiro de jogo, Morais e Curió.

Para João Pequeno, o capoeirista deve ser uma pessoa educada “uma boa árvore para dar bons frutos”. Para ele, a capoeira é muito boa não só para o corpo que se mantém flexível e jovem, mas também para desenvolver a mente e até mesmo servir como terapia, alem de ser usada de várias formas, trabalhada como a terra, pode-se até tirar o alimento dela.

João Pequeno via a capoeira como um processo de desenvolvimento do indivíduo, uma luta criada pelo fraco para enfrentar o forte, mas também uma dança, na qual ninguém deve machucar o par com quem dança, defendia a idéia de que o bom capoeirista sabe parar o pé para não machucar o adversário.

Algum tempo após a morte do mestre Pastinha, em 1981, o mestre João Pequeno reabre o Centro Esportivo de Capoeira Angola (Ceca) no Forte Santo Antônio Além do Carmo(1982), onde constitui a nova base de resistência, onde a Capoeira Angola despontaria para o mundo. Embora encontrando várias dificuldades para a manutenção de sua academia, conseguiu formar alguns mestres e um vasto numero de discípulos.

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Fundo que financiará equidade racial será lançado em Brasília PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ciafro   
Ter, 06 de Dezembro de 2011 20:04

Fundo que financiará equidade racial será lançado em Brasília

Data: 05/12/2011

Solenidade acontece hoje (05), às 18h, no Museu Nacional, e contará com a presença da ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros

Fundo que financiará equidade racial será lançado em Brasília

Fundo financiará iniciativas de entidades voltadas para a promoção da equidade racial

Última atualização em Ter, 06 de Dezembro de 2011 20:09
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Curso preparatório para a entrada de graduados de origem popular em mestrado e doutorado acadêmico PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ciafro   
Sáb, 10 de Dezembro de 2011 13:57
Na terça-feira (6), o Observatório de Favelas e a Redes de Desenvolvimento da Maré publicaram o edital de seleção para o projeto Novos Saberes, curso preparatório para a entrada de graduados de origem popular em mestrados e doutorados acadêmicos, nas áreas de ciências humanas. As inscrições vão da data de lançamento ao dia 12 de janeiro de 2012. Terão
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Religiões afro-brasileiras no Rio são vítimas de intolerância PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ciafro   
Ter, 06 de Dezembro de 2011 20:00

Religiões afro-brasileiras no Rio são vítimas de intolerância

Rio de Janeiro – Pesquisa da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) sobre religiões afro-brasileiras no estado do Rio comprova denúncias de intolerância religiosa. Dados preliminares do Mapeamento das Casas de Religiões de Matriz Africana no Rio de Janeiro, que identificou 847 templos, revelam que 451 – mais da metade – foram vítimas de algum tipo de ação que pode ser classificada como intolerância em razão da crença ou culto.

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